O dependente Estatal.

O povo brasileiro está sendo impedido de amadurecer. Mal-acostumado com as facilidades rotuladas de “grátis” que são oferecidas pelo governo, é engambelado há gerações sem perceber a armadilha, e com isso, continua a considerar o estado como o Deus provedor de todas as suas necessidades. Uma vez que recebe tudo de mão-beijada, não desenvolve o senso de responsabilidade, pois não precisa se esforçar para conseguir as coisas, e com isso, abre mão das suas escolhas para elas que sejam feitas pelo “papai” ou pela “mamãe”, eleito(a) para ser o(a) representante da vontade do povo, mas que acaba sendo o tutor, o grande tomador das decisões que salvarão tudo e todos, mas o que vemos é o oposto, o povo falido e os políticos muito bem, obrigado.

Onde há um estado exercendo excessivo controle e gestão, existe uma tendência de comportamento onde todos querem viver à custa dos outros, e esse modelo de governo só funciona enquanto os pagadores de impostos possuem recursos pagar os seus impostos. Essa arrecadação é utilizada basicamente para custear o estado inchado e falido, os péssimos serviços públicos e o financiamento de programas sociais para a distribuição de riquezas. Nesse cenário, enquanto os corruptos prosperam, o povo é jogado na lama da miséria. Segundo o Thomas Sowell essa distribuição de riquezas não só valoriza os fracassos como desmotiva a busca pelo sucesso, pois os fracassados ganham o dinheiro “confiscado”, pelo estado, das pessoas que estão prosperando.

O brasileiro precisa crescer, e para isso, tem que parar de aplicar a mesma fórmula e querer encontrar um resultado diferente, tem que se tentar de outro jeito. O estado precisa ser enxugado e interferir o mínimo possível na vida da sociedade, cada pessoa deve ter liberdade de decisão, para que cada cidadão desperte o senso de responsabilidade, passo importante para uma sociedade consciente e amadurecida.

 

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